quarta-feira, 29 de dezembro de 2021

Vamos falar de corpo de mãe?

dezembro 29, 2021 0

Primeiramente, poupem-me da falsidade de alguns: eu sei que vocês usam mães como exemplos pejorativos e depois falam comigo como se eu não fosse mãe! Bom, está todo mundo careca de saber que a maternidade para mim não é nenhum troféu, mas, à (saber): quem pode maldizer minha maternidade, sou eu.

Embora as pessoas insistam em fingir que toleram as mães, ao final das contas vocês não toleram. E, por ser sabido que eu não gosto do cargo, às vezes vocês se permitem fazer comentários preconceituosos próximos a mim, afinal, eu não acharia ruim já que a maternidade é uma bosta mesmo…

Pois é. Entretanto, não!

As mães existem. E quer queira ou não, você não é o único a ter mãe no mundo, todo mundo tem ou já teve. Todo mundo veio de algum lugar. Acontece é que um dia, pessoas que você conhece se tornam mães e, se você quer se manter no círculo de amizade dessas pessoas, é melhor você virar gente!

Eu tenho um corpo que gosto bastante. Eu estou meio barriguda, não gorda, barriguda por desleixo, mas, eu gosto daquilo que vejo no espelho. Esses peitos aqui amamentaram por dois anos e meio, e rapaz… como eu amo esses peitos! Minha barriga abrigou por 39 semanas e seis dias um menino que nasceu com 50 cm. Gente, ela é uma super barriga! E, vamos aqui reservar uma linha para minha buceta, por ela passou essa criança enorme e segue linda, a mais linda que eu já vi.


Ainda assim, a sociedade segue firme querendo falar de corpo de mãe. Mas, que corpo é esse? Nenhuma das partes do corpo que eu citei carregam a etiqueta de patrimônio "corpo de mãe". Eu continuo sendo dona do meu corpo, então, porque vocês insistem?

Sinto nojo e não vou mais forçar simpatia com vocês que não toleram mães. Porquê? Não gosto de gente preconceituosa. E meu corpo também não!

Vou elencar aqui algumas frases que já ouvi e vocês não devem usar:
"Nossa, você é mãe? Tem um corpão, nem parece!"
"Vou deixar vocês sozinhos, aproveita, você é mãe, não sabe quando vai ter oportunidade de transar de novo."
"Infelizmente eu não posso assumir uma mãe solteira, mas, podemos ficar de boa."
(Me encontra no rolê em qualquer hora): "Mas seu menino fica com quem?"
"Dizem que a pepeca fica horrível depois do parto normal!"


Mas, o que passa na cabeça de vocês?
Melhorem. A maternidade que eu tanto critico é ruim porque vocês pioram.

Texto desabafo escrito originalmente em julho/2018.

sábado, 30 de outubro de 2021

Como ter um relacionamento saudável entre mulheres pretas, ou

outubro 30, 2021 1

Como eu descobri que me relacionar com outra mulher negra não era sobre viver numa eterna vingança?

Não é preciso ser especialista no assunto para dizer o quanto experiências ruins influenciam em como nós vivemos novos relacionamentos na vida. Tive um professor que dizia “o conhecimento entra pelo c*, afinal, é quando a gente toma no c* que aprende!” Eu não penso que ele esteja errado. Mas acredito fazer parte do amadurecimento humano aprender de outras formas que não seja sofrendo e passando por traumas.



A experiência de ser uma pessoa psicanalisada com certeza têm influência sobre tudo que você lerá a seguir. Mas, amadurecer também é uma maneira de ressignificar o que as experiências da vida fazem com a gente.

Viver relacionamentos em que você está sempre dando o troco é adoecedor. À medida que você e a sua parceira (ou parceiro) passam a transformar o namoro, casamento, ou seja lá qual for a relação em uma espécie de ringue a briga só acaba quando uma das partes não aguenta mais. É daí que vem grande parte dessa fama de que apenas as experiências ruins ensinam. Mas este é um convite sério para que você repense a forma que você está usando o aprendizado de outras relações nesta que você está vivendo agora.

A vivência de uma mulher preta em relacionamentos comumente é marcada por experiências traumatizantes e temos a tendência de pensar que a culpa é nossa. Quando a dor é muito intensa o risco é de que usemos essa dor para ferir a outra. Geralmente é a próxima pessoa da sua vida que vai arcar com os custos de um relacionamento anterior adoecido e que ainda te machuca.

Então o que temos até aqui é algo que costumo chamar megazord da desgraça. A junção de vários fatores ruins que resultam quase sempre em descontar na outra quando você se sente atacada. Sua parceira sai para se divertir com os amigos e você sai também para revidar a dor que você sentiu, não porque também quer se divertir com seus amigos. Sua parceria fala com alguém que lhe causa ciúmes e você resolve retomar uma relação que provoca ciúmes nela também. E por aí vai. Ao invés de conversar você transforma a sua dor numa arma para ferir. Onde é que isso vai parar?

Experiências são individuais e eu espero que você não pense que a partir daqui vamos seguir uma lista de conselhos para que você deixe de descontar sua dor na sua parceria. Mas é possível fazer coisas simples como: olhar para a sua dor com respeito e tentar entender de onde ela vem. Se é realmente responsabilidade de quem está ali ao seu lado nessa nova relação ou das cicatrizes de outras relações que te machucaram?

Quando você olha para sua dor com respeito e tenta identificar de onde ela vem, fica fácil fazer outra coisa muito importante no processo de cura: conversar de maneira madura sobre o que te machuca. Coisa que é muito difícil fazer quando você viveu relações com histórico de silenciamentos e fugas. Mas se agora você está numa relação melhor deve haver espaço para conversar sobre essa dor abertamente. Se não, isso é um sinal de alerta.

A ideia de que vivendo experiências ruins e traumatizantes aprendemos mais pode causar a sensação de que é assim que vamos ensinar as nossas parceiras como queremos ou devemos ser tratadas. Não é só o sofrimento que ensina. Nós, mulheres negras, somos ensinadas a suportar toda a dor do mundo. Não é nossa obrigação carregar isso nas costas. Muito menos colocá-la nas costas de outra mulher que se parece conosco.


quinta-feira, 28 de outubro de 2021

O dia em que decidi não pautar a minha vivência pela existência branca.

outubro 28, 2021 2

E como isso mudou a minha forma de existir num mundo branco, racista e heteronormativo.

Essa semana fiquei pensando sobre como a nossa vivência é pautada, no sentido mais extremo, na autodefesa e preservação da vida. O fato de eu, mulher preta e sapatão, ter que me defender todo o tempo, transformou a minha vida num ringue em vários momentos. E desde que assisti a série documental sobre o “tombo” da Karol Conká em um reality show, fiquei pensando o quanto as nossas feridas podem, muitas vezes, se transformar em justificativa para ferir o outro. A gente aprende muito cedo que, se alguma mãe vai chorar, o certo é preferir que a mãe do outro chore, não a minha.


Foto: Márcia Vasconcelos | @filhadesilvia

Mas no meio de todo esse comportamento em modo de defesa, corremos o risco de passar a pautar a nossa vida pela branquitude e a existência de pessoas que não se racializam, ou seja, não se entendem como grupo. 


O que eu quero dizer com isso, afinal de contas? Você já ouviu algo como não vou fazer isso porque é coisa de branco? ou, pior ainda, vou fazer isso porque, se o branco faz, eu posso fazer também. A branquitude não se entende como grupo específico, logo, se entende como universal. Pode tudo, têm opinião sobre tudo e conhecem (em teoria) sobre todas as pautas. Então, o que é que nós definimos como coisa de branco?


A teoria de que é preciso ocupar espaços apenas para contrapor a branquitude não se sustenta como modo de vida. Há outros motivos para que nós, pessoas negras, possamos escolher onde, quando e como estaremos. É injusto dar a nossa vontade e o nosso poder de escolha na mão do outro.


Uma vez que é impossível se reconhecer como ser autônomo se todas as suas atitudes são primariamente baseadas na existência de outra pessoa, afirmo com tranquilidade que não me interessa estar num mundo onde só consigo existir se for para ser contra ou em função de uma branquitude que sequer me humaniza. Não faz sentido pautar a minha existência pelo racismo, a branquitude já faz isso. Sim, eu sou uma mulher preta que sofre racismo, mas, a minha existência não se limita a este fato. O racismo é um cachorro da branquitude, portanto é responsabilidade deles fazer com que este cachorro deixe de me morder, não eu a vítima quem deve moldar a minha vida para evitar os ataques.


Assim, eu decidi que não deveria pautar a minha vivência pela existência branca. E isso mudou a minha forma de existir num mundo branco, racista e heteronormativo. Onde agora, embora eu ainda viva com um grande alvo nas costas, consigo não mais estar em posição de ataque 100% do tempo, pensando e agindo para atender uma expectativa, atacar ou me defender da branquitude.


Os ataques racistas são inevitáveis, criar uma carapaça não vai me impedir de sofrer racismo. Atacar antes para me defender também não. Acordar já pensando em agir, comer, falar, sorrir, me comportar para ser contra ou a favor de um sistema que quer resumir a minha existência ao racismo não me parece muito produtivo e saudável.


A negritude existe não somente em contraposição a branquitude. A nossa existência não é o outro lado da balança, não somos o contrário da branquitude, o que justificaria deixar de fazer tudo que é de branco e vice-versa. O primeiro passo para humanização do povo negro é conseguirmos pautar a nossa existência por nós mesmos. Viver uma vida sem amarras, nos defendendo quando o fato acontecer e com a tranquilidade mental de não considerar a nossa pele uma armadura de guerra desde da hora que acordamos.



segunda-feira, 20 de abril de 2020

Primos baratinhos para uma rotina de skincare - Panvel e The Body Shop

abril 20, 2020 0
Chamamos de dupes aqueles produtos inspirados e bastante parecidos com os originais. Geralmente chamamos de originais aqueles mais caros e os dupes são aqueles produtos com fórmula inspirada e um custo mais baixo. Tudo que a gente quer, quando o bolso não acompanha a nossa vontade de cuidar da pele, não é mesmo?
É importante lembrar que a qualidade de cada marca não é dada por ser mais cara ou mais barata, muitas pessoas se dão melhor com essa ou aquela e isso independe de preço. O importante é saber que há opções no mercado e escolher aquela que a pele mais gostar (e o bolso também, não é?).

TEA TREE: Panvel e The Body Shop

O óleo de Melaleuca ou Tea Tree como também é conhecido, é famoso por suas propriedades cicatrizantes e também por prometer uniformizar a pele, reduzindo manchas e cicatrizes. É excelente para o tratamento de acnes.


Óleo Tea Tree Panvel 10ml R$23,99 - Composição: alcohol, propylene glycol, aqua, polysorbate 20, melaleuca alternifolia leaf extract, melaleuca alternifolia leaf oil.
Óleo Tea Tree The Body Shop 10ml R$45,00 - Composição: Water, Alcohol Denat., PEG 40 Hydrogenated Castor Oil, Polysorbate 20, Melaleuca Alternifolia (Tea Tree) Leaf Oil, Limonene, t-Butyl Alcohol, Calophyllum Inophyllum Seed Oil, Citral, Leptospermum Petersonii (Lemon Tea Tree) Oil, Denatonium Benzoate, Tocopherol
Óleo essencial Tea Tree
Espuma Panvel Faces Tea Tree 150ml R$19,99 - Composição: Aqua, disodium cocoyl glutamate, glycerin, decyl glucoside, propylene glycol, glycereth-26, PEG-12 dimethicone, parfum, phenoxyethanol, polysorbate 20, alcohol, diazolidinyl urea, disodium EDTA, melaleuca alternifolia leaf oil, panthenol, citric acid, mentha aquatica leaf extract, melaleuca alternifolia leaf extract, benzophenone-4, ethylhexylglycerin, potassium sorbate, iodopropynyl butylcarbamate, sorbic acid, sodium sulfate, CI 19140, CI 42090, hexyl cinnamal, linalool.
Espuma De Limpeza Facial Tea Tree 150 ml R$72,00 -  Composição: Aqua, Cocamidopropyl Betaine, Polysorbate 20, Coco-Glucoside, PEG-40 Hydrogenated Castor Oil, Melaleuca Alternifolia Oil, Glycerin, Calophyllum inophyllum, Myristamidopropyl PG-Dimonium Chloride Phosphate, Citric Acid, p-Anisic Acid, PVP, Salixalba, Sodium Hydroxide, Menthol, Limonene, Leptospermum Petersonii Oil, Tocopherol.


Espuma de limpeza Faces Tea Tree e Espuma de Limpeza Tea Tree The Body Shop
Gel Hidratante Panvel Faces Tea Tree 75g R$29,90 - Composição: aqua, cyclopentasiloxane, ethylhexyl stearate, propylene glycol, ethylhexyl palmitate, acrylates/C10-30 alkyl acrylate crosspolymer, phenoxyethanol, glycerin, triethanolamine, polysorbate 20, tocopheryl acetate, alcohol, disodium EDTA, melaleuca alternifolia leaf oil, mentha aquatica leaf extract, melaleuca alternifolia leaf extract, BHT, parfum, ethylhexylglycerin, palmitic acid, potassium sorbate, sorbic acid, sodium sulfate, CI 19140, CI 42090, hexyl cinnamal.
Loção Hidratante Facial Tea Tree 50g R$69,00 - Composição: Aqua (Solvent/Diluent), Cyclomethicone (Emollient), Aluminum Starch Octenylsuccinate (Absorbent/Anticaking Agent), Dimethicone/Vinyl Dimethicone Crosspolymer (Viscosity Increasing Agent), Caprylyl Glycol (Skin Conditioning Agent), Melaleuca Alternifolia Oil (Natural Additive), Acrylamide/Ammonium Acrylate Copolymer (Binder), Calophyllum inophyllum (Skin Conditioning Agent), Polyisobutene (Binder), Acrylates/C10-30 Alkyl Acrylate Crosspolymer (Stabiliser/Viscosity Modifier), Salix alba (Natural Additive), Polysorbate 20 (Emulsifier), Sorbitan Isostearate (Emulsifier), Sodium Hydroxide (pH Adjuster), Limonene (Fragrance Ingredient), Laureth-4 (Emulsifier/Surfactant), Citral (Fragrance Ingredient), Leptospermum Petersonii Oil (Fragrance Ingredient), Tocopherol (Antioxidant).


Gel Hidratante Faces Tea Tree e Loção Hidratante Tea Tree The Body Shop
Esfoliante Panvel Faces Tea Tree 100g - R$26,99 - Composição: aqua, cetearyl alcohol, sodium laureth sulfate, cetyl alcohol, cocamide DEA, octyldodecanol, decyl glucoside, prunus armeniaca seed powder, polysorbate 60, propylene glycol, acrylates/C10-30 alkyl acrylate crosspolymer, phenoxyethanol, hydroxypropyl starch phosphate, glycerin, charcoal powder, parfum, polysorbate 20, triethanolamine, alcohol, disodium EDTA, melaleuca alternifolia leaf oil, mentha aquatica leaf extract, melaleuca alternifolia leaf extract, ethylhexylglycerin, DMDM hydantoin, BHT, potassium sorbate, sorbic acid, hexyl cinnamal.
Esfoliante Facial Tea Tree 100ml - R$65,00 - Composição: Aqua (Solvent/Diluent), Glycerin (Humectant), Steareth-21 (Emulsifier), Stearic Acid (Emulsifier), PPG-15 Stearyl Ether (Emollient/Skin Conditioner), Propanediol (Viscosity Modifier), Silica (Absorbent), Polysorbate 60 (Surfactant), Caprylyl Glycol (Skin Conditioning Agent), Prunus Armeniaca Seed Powder (Abrasive), Melaleuca Alternifolia Oil (Natural Additive), Panthenol (Skin/Hair Conditioning Agent), Acrylates/C10-30 Alkyl Acrylate Crosspolymer (Stabiliser/Viscosity Modifier), Calophyllum inophyllum (Skin Conditioning Agent), Xanthan Gum (Viscosity Modifier), Sodium Hydroxide (pH Adjuster), Salix alba (Natural Additive), Limonene (Fragrance Ingredient), Leptospermum Petersonii Oil (Fragrance Ingredient), Tocopherol (Antioxidant), Caramel (Colour), CI 19140 (Colour), CI 42090 (Colour).
Esfoliante Faces Tea Tree e Esfoliante Facial Tea Tree The Body Shop
Lenço Antioleosidade Tea Tree Panvel Faces 25und - R$10,00 - Composição: Aqua, Polysorbate 20, Propylene Glycol, Sodium Citrate, Hamamellis Virginiana Leaf Extract, Salicylic Acid, Parfum, Disodium EDTA, Panthenol,2-Bromo-2-Nitropropane-1,3-Diol, Chamomilla Recutita Flowers Extract, Melaleuca Alternifolia Leaf Oil, Iodopropynyl Butyl Carbamate, Glycolic Acid, Amyl Cinnamal, Limonene, Linalool
Lenços de limpeza facial e demaquilante Tea Tree 25und - R$51,00 - Composição: Aqua, Cetearyl Isononanoate, Glycerin, Ceteareth-20, Phenoxyethanol, Cetearyl Alcohol, Sorbitan Laurate, Glyceryl Stearate, Melaleuca Alternifolia Leaf Oil, Caprylyl Glycol, Polysorbate 20, Ethylhexylglycerin, Hexylene Glycol, Calophyllum Inophyllum Seed Oil, Citric Acid, Ceteareth-12, Cetyl Palmitate, Benzoic Acid, Polyglyceryl-4 Laurate, Dilauryl Citrate, Limonene, Citral, Citronellol, Leptospermum Petersonii Oil, Tocopherol
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segunda-feira, 16 de março de 2020

O que é o BLACK TWITTER? Como acessar e quem seguir.

março 16, 2020 0
Se você chegou até este post é porque em algum momento nós tivemos a mesma dúvida: mas que raios de Black Twitter é esse? Tenho que baixar alguma coisa diferente? E agora que eu descobri o que é esse tal de Black Twitter eu achei que seria uma boa vir dividir com vocês, além de recomendar algumas pessoas interessantes para acompanhar nesse rolê preto!

Pode ser que isso lhe cause alguma frustração mas o Black Twitter não é um outro aplicativo paralelo ao já conhecido Twitter. 

O Black Twitter é como a própria comunidade negra presente no Twitter chama o circulo de pessoas consideradas influentes dentro da comunidade. Pessoas que levantam pautas e temas online e que suas opiniões acabam adquirindo relevância no site. Assim o Black Twitter não é um novo site só para pessoas negras, você não precisa de um "convite" ou código especial para acessá-lo, basta que você volte a sua atenção para personalidades negras dentro do Twitter.

Isso implica em alguns fatores importantes:
  • Quem faz o seu black twitter é você, isso significa que você monta a sua rede de influência preta, quem vai ser relevante para você é você quem decide. O Black Twitter assim como as pessoas negras é diverso e plural.
  • Nem todo mundo vai concordar entre si e nem você vai concordar com todo mundo, uma vez que somos seres humanos únicos e dotados de pensamento próprio é totalmente normal que o Black Twitter seja divergente as vezes e a discordância é positiva para que você possa ler vários lados da mesma história até poder formar a sua própria opinião.
Agora que você já sabe o que é o Black Twitter, aqui vai uma lista de pessoas para que você possa seguir e experimentar este (não tão novo) mundo.

IMPORTANTE: Estas são só algumas pessoas que sigo e me interesso pelas discussões levantadas por elas, o que não significa que eles são "representantes oficiais" de nada, você pode criar o seu próprio Black Twitter aí da sua casa também!

  1. Aretha Soyombo (Preta de Neve)
  2. Nath Finanças 
  3. Gabi Oliveira
  4. Gabi Coelho
  5. Lívia Teodoro (hora do jabá!)
  6. Andreza Delgado
  7. Buba Aguiar
  8. Winnie Bueno
  9. Hugo Gama
  10. Caio César